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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Revista 'Time' elege os '100 mais influentes' de 2017, e tem brasileiro na lista

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A revista americana "Time" divulgou nesta quinta-feira (20) sua tradicional lista das "100 pessoas mais influentes do mundo". Dois brasileiros são citados: o jogador de futebol Neymar e a cientista Celina Turchi, médica e especialista em doenças infecciosas que teve papel importante na descoberta da relação entre a microcefalia e o vírus da zika.
A lista de 2017 é a 14ª edição da seleção e traz ainda os presidentes Donald Trump (EUA), Vladimir Putin (Rússia), Juan Manuel Santos (Colômbia), Kim Jong Un (Coreia do Norte), Recep Tayyp Erdogan (Turquia) e Rodrigo Duterte (Filipinas), a premiê britânica Theresa May, o fundador do WikiLeaks Julian Assange, o papa Francisco e a filha e o genro do presidente americano, Ivanka Trump e Jared Kuschner.
Neymar aparece na categoria Ícones, ao lado de nomes como a atriz Viola Davis, o apresentador de TV e drag queen RuPaul e da ginasta Simone Biles.
Cada um dos "mais influentes" é apresentado em um texto escrito por outra personalidade - no caso de Neymar, foi o jogador britânico David Beckham que fez a apresentação. Beckham afirma que o brasileiro é humilde, respeitoso e ávido por aprender e está no caminho de se tornar o melhor jogador do mundo.
Veja a lista completa no site da Time.


segunda-feira, 20 de março de 2017

Noruega é o país mais feliz do mundo em 2017; Brasil é o 22º

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A Noruega é o país mais feliz do mundo, aponta o Relatório Mundial da Felicidade 2017, divulgado nesta segunda-feira (20) em Nova York. A quinta edição do estudo anual, que inclui 155 países, foi apresentada por ocasião do Dia Internacional da Felicidade, celebrado desde 2012.
O Brasil ocupa o 22° lugar no ranking, logo atrás dos Emirados Árabes Unidos e logo à frente da República Tcheca e da Argentina. A Alemanha está na posição 16, atrás da Irlanda e à frente da Bélgica. Outros países europeus tiveram desempenho pior que o alemão, como é o caso do Reino Unido, na 19ª colocação, e da França, em 31° lugar.
No 152° lugar está a Síria, atrás de Ruanda e seguida pelos últimos colocados no ranking: Tanzânia, Burundi e República Central Africana. Com exceções, entre outros, de Síria, Afeganistão, Haiti, Ucrânia e Iêmen, a maioria dos 30 países em pior colocação fica na África.
O levantamento leva em consideração o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, a expectativa média de vida, a percepção de apoio recebido no próprio ambiente social e a percepção de confiança no governo e nas empresas em relação à corrupção.
O levantamento considera também a percepção dos entrevistados quanto à liberdade de tomar decisões próprias para influenciar suas vidas e a generosidade dos entrevistados em relação a doações. Fatores negativos, como preocupações, tristeza e raiva também desempenham um papel no estudo. O relatório deste ano é baseado em dados coletados entre os anos de 2014 e 2016.
O Relatório Mundial da Felicidade é produzido desde 2012 com apoio da ONU. Um de seus editores é o economista americano Jeffrey Sachs, da Universidade de Columbia, que realiza o trabalho com apoio de uma equipe de especialistas internacionais.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Ranking lista os países mais prósperos do mundo (Brasil é o número 52º)

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O que torna um país próspero?
Uma resposta pode ser encontrada no ranking de prosperidade lançado no final do ano passado pelo Instituto Legatum, um think tank privado britânico.
A metodologia, criado com a ajuda de gente como Angus Deaton, vencedor do Prêmio Nobel em Economia em 2015, pretende exibir não apenas uma foto, mas um filme.
149 países foram analisados ao longo de uma década em 9 pilares: qualidade econômica, ambiente de negócios, governança, educação, saúde, segurança, liberdades pessoais, capital social e meio ambiente.
Dados objetivos e subjetivos foram utilizados, com atenção especial para uma pergunta: quem consegue entregar ainda mais bem-estar aos seus cidadãos do que seria esperado dado seu nível de riqueza?
“Não é surpresa que o final da lista seja largamente dominado pelos países mais pobres do mundo enquanto o topo é dominado pelos mais ricos. Mas essa não é toda a história. A prosperidade é tanto sobre bem-estar quanto sobre riqueza“, diz o texto.
A boa notícia é que após quedas importantes em 2008 e 2009, a prosperidade está no seu maior nível em uma década.
40% desse crescimento pode ser atribuído a China e Índia. Só 28 países tiveram queda de prosperidade no período; a maior delas foi na Venezuela.
Os 10 países mais prósperos são, na ordem: Nova Zelândia, Noruega, Finlândia, Suíça, Canadá, Austrália, Holanda, Suécia, Dinamarca e Reino Unido.
O Brasil fica em 52º, atrás de África do Sul (48º) e Argentina (49º) mas na frente de Colômbia (72º) e China (90º).
As melhores posições do país são nos quesitos liberdade pessoal (36º) e meio ambiente (28º), enquanto as piores são em segurança (89º) e ambiente de negócios (90º).
“O Brasil entrega o tanto de prosperidade que seria esperado dada sua riqueza. Um excedente crescente em Liberdade Pessoal e um déficit em queda na Segurança foram compensados negativamente por déficits maiores nos índices de Ambiente de Negócios, Governança e Saúde”, diz o texto.
De forma geral, o relatório nota estagnação na América do Norte e grandes ganhos na Ásia e Pacífico, onde estão 4 dos 5 países que mais ganharam prosperidade (Camboja, Sri Lanka, Indonésia e Nepal).
O Oriente Médio continua a entregar menos prosperidade do que poderia a seus cidadãos e a África Subsariana vê a prosperidade crescer, ainda que fique abaixo da média mundial e tenha educação e saúde como grandes desafios.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Decreto de Trump dificulta a emissão de visto para turistas brasileiros

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Tá ficando cada vez mais difícil solicitar visto para os Estados Unidos. E isso tá rolando porque o novo presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na última sexta-feira (27) um decreto que restringe a entrada de imigrantes no país, em especial de cidadãos de países de origem muçulmana e de refugiados.
Acontece que essa medida se estende ao mundo todo. Segundo um porta-voz da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, o Departamento do Estado dos EUA exigirá entrevistas de visto de todos os solicitantes, o que inclui pessoas com mais de 14 anos e menos de 79. Antes, brasileiros e argentinos entre 14 e 15 anos e entre 66 e 79 anos que solicitavam vistos pela primeira vez, eram isentos de entrevista.
Além disso, solicitantes que anteriormente tinham um visto na mesma categoria que expirou menos de 12 meses antes do novo pedido, também deverão fazer uma nova entrevista. Anteriormente ao decreto, o prazo era de até 48 meses após o vencimento.
Em comunicado, a Embaixada afirmou que o governo dos Estados Unidos está empenhado em facilitar viagens legítimas de visitantes internacionais e, ao mesmo tempo, garantir a segurança de suas fronteiras. O Consulado aconselha ainda que os solicitantes de visto revisem as alterações anunciadas no decreto presidencial, incluindo o programa de entrevista de visto, de forma a entender como as mudanças afetarão a categoria de visto solicitada.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Brasil está em 79º lugar do ranking da corrupção!

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Estudo divulgado nesta quarta-feira (25) pela entidade Transparência Internacional aponta que o Brasil fechou o ano de 2016 em 79º lugar entre 176 países em ranking sobre a percepção de corrupção no mundo. Além do Brasil, estão empatados em 79º lugar Bielorrússia, China e Índia.
O ranking leva em consideração a percepção que a população tem sobre a corrupção entre servidores públicos e políticos. Quanto melhor um país está situado no ranking, menor é a percepção da corrupção por seus cidadãos.
A pontuação do ranking vai de 0 (extremamente corrupto) a 100 (muito transparente). Segundo o estudo da Transparência Internacional, o índice brasileiro em 2016 é 40 – dois pontos a mais do que em 2015, quando foi 38. Apesar da melhora na pontuação, em 2016, o Brasil caiu três posições em comparação com 2015.
Para a entidade, a posição do Brasil no ranking caiu "significativamente" nos últimos anos devido aos escândalos de corrupção que envolvem políticos e empresários, como os revelados pelas investigações da Operação Lava Jato.


Ranking

Os países que lideram o ranking da corrupção são Dinamarca e Nova Zelândia, com índice de transparência de 90. Entre os cinco países mais bem avaliados também estão Finlândia (com 89 pontos), Suécia (com 88) e Suíça (com 86 pontos).
A entidade destaca que, embora nenhum país esteja livre de corrupção, os países mais bem avaliados no ranking "compartilham características de governo aberto, liberdade de imprensa, liberdades civis e sistemas judiciais independentes".
De acordo com o ranking da Transparência Internacional, a Somália, com 10 pontos no ranking, é o país com maior percepção de corrupção dentre as nações analisadas. O país africano ocupa a última posição no ranking pelo décimo ano consecutivo.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Brasil é o 6º no ranking mundial de burrice, diz pesquisa

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À frente do país dos coxinhas aparecem Estados Unidos (5º lugar), Africa do Sul (4º lugar), Taiwan (3º lugar), China (2º lugar) e Índia (1º lugar).
Os três últimos nessa lista de ignorância, que via de 1 a 40 países, estão Coreia do Sul (38º lugar), Grã-Bretanha (39º lugar) e Holanda (40º lugar).
Na prática, esse índice da Ipsos MORI mostra o nível de alienação de determinada nação. Ou seja, os números são resultados do conhecimento geral, da interpretação que as pessoas fazem do país em que vivem e a comparação com dados oficiais. Daí surge o entendimento segundo qual as pessoas têm interpretação muito equivocada da realidade.
Index Of Ignorance foi obtido a partir de 27.250 entrevistas, entre setembro e novembro, combinando pesquisas online, por telefone e pessoais.
Segundo o diretor do Ipsos Bobby Duffy, os erros de percepção se dão devido a sobrevalorização de temas que preocupam determinada sociedade. Dentre os pontos que ele acredita contribuir ao índice de ignorância está na cobertura da mídia a determinados fatos. No caso do Brasil, portanto, ganha um “dolé” quem acertar a palavra “corrupção”.
Resumo da ópera: enquanto se consome alfafa no país, a aposentadoria vai a pique; a saúde e a educação perderão investimentos pelos próximos 20 anos; e os bancos e rentistas continuarão a especular, não produzir nada, e ganhar como em nenhuma parte do planeta.

Vladimir Putin é eleito o mais poderoso do mundo pela Forbes

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Vladimir Putin continua sendo, pelo quarto ano consecutivo, a personalidade mais poderosa do mundo, na frente de Donald Trump e de Angela Merkel, segundo a lista de 2016 da revista Forbes publicada nesta quarta-feira (14).
"De seu país natal até a Síria, passando pelas eleições americanas, Putin continua conseguindo o que quer", afirma a Forbes em relação ao presidente russo de 64 anos.
Já Donald Trump, o presidente eleito nos Estados Unidos, o segundo lugar da lista, seguido por Angela Merkel, chanceler alemã no poder há 11 anos e candidata a um novo mandato no próximo ano. Merkel perdeu uma posição em relação a 2015.
É a primeira mulher de apenas três que figuram nos primeiros 20 lugares da classificação. A ela se somam Janet Yellen, presidente do Federal Reserve, o banco central americano, em sexto lugar, e a primeira-ministra britânica, Theresa May, que conduz o Brexit, no posto de número 13.
Depois de Putin, Trump e Merkel, vêm o presidente chinês Xi Jinping e o Papa Francisco, em quarto e quinto lugar, respectivamente.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Dilma Rousseff na lista das mulheres do ano do jornal 'Financial Times'

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A ex-presidente Dilma Rousseff foi listada entre as ''mulheres do ano'' em uma edição especial do jornal de economia ''Financial Times''.
O nome de Dilma é o quarto em uma lista que tem como primeiro lugar a premiê britânica Theresa May, seguida pela ginasta Simone Biles e pela empresária Jean Liu, presidente da empresa Didi Chuxing (a ex-candidata a presidente dos EUA Hillary Clinton é o 10º nome da lista).

A edição se propõe a ''celebrar as conquistas das mulheres, e registrar seus fracassos'', e traz um longo perfil da presidente afastada no primeiro semestre, e uma entrevista em que ela fala do processo de impeachment e dos seus planos para o futuro.
''Para uma mulher que aguentou um duro processo político de seis meses que resultou em seu impeachment e retirada do poder, a ex-presidente brasileira Dilma Rousseff parace notavelmente relaxada'', diz o texto.
Apesar disso, diz o jornal, ela ainda demontra indignação quando fala sobre o processo que a afastou do poder (que ela chama de ''golpe'') e sobre o governo que a substituiu.
''É um governo de velhos homens brancos ricos, ou pelo menos do que querem ser ricos'', disse Dilma.
Segundo o ''FT'', o processo de impeachment foi um julgamento político. ''O verdadeiro motivo pelo qual ela perdeu o poder foi a queda na sua popularidade em meio a uma recessão crescente e uma investigação de corrupção na estatal Petrobras'', diz.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Donald Trump é escolhido a personalidade de 2016 pela 'Time'

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O presidente eleito dos EUA, o bilionário Donald Trump, foi escolhido a personalidade de 2016 pela revista norte-americana “Time”. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (7).
"É uma grande honra, significa muito", disse Trump ao programa "Today", da rede NBC, em entrevista pouco após o anúncio.
Mesmo com a democrata Hillary Clinton apontada como favorita em praticamente todas as pesquisas de intenção de voto e nas projeções feitas por institutos e pela imprensa, Donald Trump foi eleito o 45º presidente dos Estados Unidos em novembro.

O republicano conquistou vitórias surpreendentes sobre Hillary em estados-chave para definir o resultado, abrindo o caminho para a Casa Branca e abalando os mercados globais que contavam com uma vitória da democrata.
Contrariando as sondagens, Michigan, Wisconsin e Pensilvânia votaram em um republicano pela primeira vez desde os anos 1980.
No ano passado, a vencedora do prêmio da "Time" foi a chanceler alemã, Angela Merkel.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

'Os Simpsons' previu Donald Trump como presidente dos EUA há 16 anos

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Há 16 anos, a série "The Simpsons" "adivinhou" que o empresário norte-americano Donald Trump seria presidente dos EUA. O candidato republicano superou a democrata Hillary Clinton e foi eleito após conseguir mais de 270 votos eleitorais às 5h32 desta quarta-feira (9).
No episódio "Bart to The Future", que foi exibido em março de 2000, a personagem Lisa Simpson se torna presidente dos EUA após o mandato de Donald Trump e afirma que "herdou uma grande dívida" e que "o país estava quebrado" (assista à cena aqui em inglês).
O roteirista da história Dan Greaney disse ao site "The Hollywood Reporter" em março de 2016, quando Trump ainda estava em campanha, que a fala de Lisa era "um aviso para os EUA". "Parecia lógico que essa seria a última parada antes de atingir o fundo do poço. Foi colocado no episódio porque combinava com a visão de que os EUA estavam ficando loucos", afirmou.

Durante campanha
Em 2015, outro episódio dos Simpsons brincou com a candidatura de Donald Trump, após o empresário anunciá-la. Em "Trumptastic Voyage", o personagem Homer Simpson é "agarrado" pelo cabelo do republicano ao descer junto com ele a escada rolante da Trump Tower e "vê" o que o empresário pensa. Assista à cena em inglês.

Fim do mundo? Donald Trump é eleito presidente dos EUA

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Donald Trump será o 45º presidente dos Estados Unidos. Contrariando pesquisas e previsões, ele derrotou Hillary Clinton e teve sua vitória projetada pela agência Associated Press (AP) às 5h32 (hora de Brasília) desta quarta-feira (9).
Quando entrou o número de delegados do estado de Wisconsin na conta da AP, Trump alcançou 276 delegados, ultrapassando o limite de 270 necessários para ser o vencedor no Colégio Eleitoral. A imprensa americana informou minutos depois que Hillary ligou para o rival e admitiu a derrota. "Eu a cumprimentei pela campanha muito disputada", disse Trump em seguida, em seu discurso da vitória.
Ao falar aos seus simpatizantes, Trump defendeu a união do país após a disputa eleitoral, ao afirmar que será presidente para "todos os americanos".
"Todos os americanos terão a oportunidade de perceber seu potencial. Os homens e mulheres esquecidos de nosso país não serão mais esquecidos", discursou. Trump disse ainda que o plano do país deve ser refeito. "Vamos sonhar com coisas para nosso país, coisas bonitas e de sucesso novamente."

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Jornalista americano larga a carreira para virar ator pornô gay

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O jornalista americano Jim Walker, que trabalhava havia mais de duas décadas como repórter e apresentador, decidiu largar a carreira para se dedicar a uma nova profissão: a de ator pornô gay.
Usando o nome de Dallas Steele na indústria pornográfica, o californiano de 44 anos já estrelou 11 filmes adultos, segundo o jornal "New York Post".
Steele decidiu se dedicar a carreira de ator pornô gay no ano passado.
Como jornalista, ele havia trabalhado em várias emissoras de TV nos EUA, incluindo a KBAK (afiliada da CBS) em Bakersfield, na Califórnia; KBTV (afiliada da Fox) em Beaumont, no Texas; e a WBBH (afiliada da NBC) em Fort Myers, na Flórida.
Foram 23 anos como repórter e apresentador. Ele contou que tomou a decisão de dar uma guinada na carreira depois que uma pesquisa indicou que os espectadores no sul da Flórida não gostavam dele.
Quer ver ele em ação? se for maior de 18 anos clique Aqui e Aqui

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Imprensa internacional se rende à festa brasileira na abertura da Rio 2016

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As cores e o samba brasileiros foram festejados pela imprensa internacional, que encheu de elogios a cerimônia organizada pelo país para abrir a trigésima primeira edição dos Jogos Olímpicos de 2016, que começou nesta sexta-feira no Rio de Janeiro. Pode-se dizer sem exageros que o evento foi uma unanimidade mundo afora.
Mesmo já se sabendo previamente que ele não participaria da festa, depois que alegou problemas de saúde para não participar do acendimento da pira olímpica, a ausência de Pelé não passou despercebida, com vários meios de comunicação mundo afora destacando o fato. Citado como “lenda do futebol brasileiro” pela BBC e “atleta do século” por outros veículos, muitos lamentaram o desfalque. O The Telegraph, por exemplo, destacava durante a cerimônia “a celebração da cultura e da história do Brasil, mas sem Pelé”. Depois, lembrou que o corredor Vanderlei Cordeiro de Lima foi um tapa-buraco diante da ausência do rei do futebol.
repercussão internacional, cerimônia de abertura, the telegraph (Foto: Reprodução / The Telegraph)The Telegraph fala da festa, mas lembra ausência de Pelé (Foto: Reprodução / The Telegraph)
E sem Pelé, a eleita como “embaixadora” do Brasil no mundo foi a supermodelo Gisele Bündchen, talvez a brasileira que participou da festa mais conhecida lá fora. Ela foi classificada como “deslumbrante” pelo Mirror, por exemplo, e descrita pelo USA Today como “uma das celebridades famosas o suficiente para serem reconhecidas universalmente apenas pelo seu nome”. Por fim, a NBC lembrou que ela desfilou como “a garota de Ipanema”, fazendo referência à música de Tom Jobim e Vinícius de Morais executada na hora em que ela passeava pelo Maracanã.
repercussão internacional, cerimônia de abertura, nbc (Foto: Reprodução / NBC)NBC se rende à "garota de Ipanema" Gisele Bundchen (Foto: Reprodução / NBC)
A parte festiva também agradou. Os britânicos Mirror e BBC foram só elogios. O primeiro estampou uma manchete dizendo que “o Rio dá as boas-vindas ao mundo com uma abertura espetacular” e o segundo se referiu a uma “cerimônia de abertura brilhantemente coreografada”. 
Os comentários positivos continuaram pelo mundo. O espanhol Marca chamou a festa de “um espetáculo de luzes, imagens e sons”, se empolgando ao lembrar a mensagem que a festa de abertura propôs: “salvemos o planeta”. Mesmo tom adotado pelo The Guardian: "Um contraste interessante das duas últimas cerimônias de abertura. O tema de Pequim 2008 foi 'A China é ótima', Londres 2012 foi 'a Grã-Bretânia era ótima'. O tema de hoje à noite? Ou nós começamos a fazer alguma coisa sobre o meio ambiente ou talvez nós não tenhamos muitas olimpíadas para celebrar no futuro".
Em outra matéria, o jornal espanhol falou de “um espetáculo no Maracanã de luzes, sons... e uma impressionante Gisele Bundchen”. Já o italiano RAI se referiu a uma “cerimônia coloridíssima”. Enquanto que o The New York Times chamou de “espetáculo inspirador”.   
repercussão internacional, cerimônia de abertura, marca (Foto: Reprodução / Marca)Marca fala de "uma impressionante Gisele Bundchen" (Foto: Reprodução / Marca)
Normalmente críticos, os argentinos também se renderam à festa. O La Nacion chamou a abertura de “um espetáculo vibrante” e o Olé dividiu sua manchete em duas partes: na primeira, estampou um “somos locais outra vez”, dizendo que a delegação liderada pelo porta-bandeira Luis Scola (jogador de basquete) foi uma das mais aplaudidas no Maracanã; e a segunda com um “começaram os jogos”, ressaltando uma “cerimônia inaugural colorida”.
Num tom mais pesado, o francês Le Mond lembrou que o Brasil organiza os Jogos num momento em que o país está marcado pela “recessão econômica, escândalos de corrupção e impasse político”. Lembrou que os Jogos foram abertos pelo presidente interino Michel Temer, mas também deixou seu elogio: “uma viagem musical”. Tom diferente do também Le Figaro, que preferiu exaltar o "ambiente festivo" do Maracanã.
Veja mais repercussão:
repercussão internacional, cerimônia de abertura, bbc (Foto: Reprodução / BBC)BBC diz que a festa foi "vibrante" (Foto: Reprodução / BBC)

repercussão internacional, cerimônia de abertura, la nacion (Foto: Reprodução / La Nacion)La Nacion chama de "espetáculo vibrante" a abertura da Olimpíada (Foto: Reprodução / La Nacion)
repercussão internacional, cerimônia de abertura, mirror (Foto: Reprodução / Mirror)"Abertura espetacular", crava o Mirror (Foto: Reprodução / Mirror)
repercussão internacional, cerimônia de abertura, olé (Foto: Reprodução / Olé)O Olé deixa a ironia de lado e elogia a "cerimônia colorida" organizada pelos vizinhos (Foto: Reprodução / Olé)
repercussão internacional, cerimônia de abertura, le mond (Foto: Reprodução / Le Mond)O Le Mond adota tom mais sério, mas também deixa seu elogio (Foto: Reprodução / Le Mond)
repercussão internacional, cerimônia de abertura, the guardian (Foto: Reprodução / The Guardian)The Guardian diz que o Rio conseguiu um "interessante contraste" com as aberturas de Pequim e Londres (Foto: Reprodução / The Guardian)
repercussão internacional, cerimônia de abertura, el pais (Foto: Reprodução / El Pais)El Pais destaca a "festa popular", mas fala em apenas 28 Jogos, sem contar os três não realizados por causa das guerras mundiais  que, no entanto, são contabilizados pelo COI (Foto: Reprodução / El Pais)
repercussão internacional, cerimônia de abertura, le figaro (Foto: Reprodução / Le Figaro)Le Figaro preferiu falar da festa ao invés de política (Foto: Reprodução / Le Figaro)

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