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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Brasil é o país com mais casos de depressão na América Latina

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Nesta quinta-feira (23), a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um levantamento sobre depressão e outros distúrbios mentais, como é o caso dos transtornos de ansiedade. Os dados são alarmantes, e mostram que o Brasil é o país com mais incidência de depressão e de ansiedade em toda a América Latina.
Mais de 300 milhões de pessoas sofrem atualmente de depressão ao redor do mundo. O número é 18% maior do que há dez anos. A porcentagem da população mundial afetada chega atualmente a 4,4%.
Por aqui, o caso é ainda mais crítico: 5,8% dos brasileiros sofrem de depressão – sendo esta porcentagem maior do que a do Paraguai e de Cuba, 5,5% e 5,2%, respectivamente.
“A depressão é diferente de flutuações habituais de humor e respostas emocionais de curta duração aos desafios da vida cotidiana”, atenta-se a OMS em declaração. “Especialmente quando de longa duração e com intensidade moderada ou severa, a depressão pode se tornar um sério problema de saúde”.
Os dados da organização mostram ainda que a doença leva cerca de 800 mil pessoas ao suicídio todo ano – sendo uma das principais causas de morte para jovens entre 15 e 29 anos. E mais: as mulheres são as mais afetadas pelo distúrbio: 5,1% delas são vítimas da depressão. A porcentagem entre os homens é de 3,6%.
As consequências econômicas destas doenças envolvem a perda de 1 trilhão de dólares por ano no mundo, especula a OMS.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Brasileiros são os que mais 'traem' na Netflix, diz estudo

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Quem é casado ou vive um namoro certamente já passou pela situação: nem sempre é possível cumprir ao pacto de assistir a uma série de TV somente na presença do parceiro. Com frequência, a traição é inevitável. É essa a conclusão da mais recente pesquisa divulgada, nesta segunda-feira, pela Netflix. De acordo com os dados coletados pela plataforma de conteúdo audiovisual on-line, 46% dos casais ao redor do mundo já trapecearam seus parceiros, acompanhando uma produção antes de sua cara metade — e omitindo essa informação, já que 60% admitiram que “trairiam” mais frequentemente se soubessem que não seriam descobertos.
O estudo revela ainda que brasileiros e mexicanos são os que mais “traem” em toda a América Latina: 58% confessaram já ter assistido à série preferida sem o parceiro. Na tal escalada “traidora”, os homens saem na frente, com 53% deles confessando o “crime”. Na pesquisa, também constam detalhes sobre o perfil do consumidor brasileiro: “de acordo com os casais entrevistados no país, comédia parece ser o gênero favorito para essas puladas de cerca — 43% preferem rir ao trair, mesmo se, em regra geral, os dramas ainda reinem entre os infiéis”, diz o material de divulgação da Netflix. Alguns números surpreendem: 16% dos casais brasileiros pensam que esse tipo de traição é pior do que ter amante de verdade.


Dados ao redor do mundo
Os maiores infiéis estão no Brasil e no México, onde 58% dos casais que fazem streaming já traíram. Os espectadores mais fiéis estão na Holanda (73% nunca traíram), Alemanha (65%) e Polônia (60%).
Séries mais tentadoras no mundo
Embora nenhuma série esteja a salvo, as maiores tentações para traição são “The walking dead”, “Breaking bad”, “American horror story”, “House of cards”, “Orange is the new black”, “Narcos” e “Stranger things”.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Brasil está em 79º lugar do ranking da corrupção!

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Estudo divulgado nesta quarta-feira (25) pela entidade Transparência Internacional aponta que o Brasil fechou o ano de 2016 em 79º lugar entre 176 países em ranking sobre a percepção de corrupção no mundo. Além do Brasil, estão empatados em 79º lugar Bielorrússia, China e Índia.
O ranking leva em consideração a percepção que a população tem sobre a corrupção entre servidores públicos e políticos. Quanto melhor um país está situado no ranking, menor é a percepção da corrupção por seus cidadãos.
A pontuação do ranking vai de 0 (extremamente corrupto) a 100 (muito transparente). Segundo o estudo da Transparência Internacional, o índice brasileiro em 2016 é 40 – dois pontos a mais do que em 2015, quando foi 38. Apesar da melhora na pontuação, em 2016, o Brasil caiu três posições em comparação com 2015.
Para a entidade, a posição do Brasil no ranking caiu "significativamente" nos últimos anos devido aos escândalos de corrupção que envolvem políticos e empresários, como os revelados pelas investigações da Operação Lava Jato.


Ranking

Os países que lideram o ranking da corrupção são Dinamarca e Nova Zelândia, com índice de transparência de 90. Entre os cinco países mais bem avaliados também estão Finlândia (com 89 pontos), Suécia (com 88) e Suíça (com 86 pontos).
A entidade destaca que, embora nenhum país esteja livre de corrupção, os países mais bem avaliados no ranking "compartilham características de governo aberto, liberdade de imprensa, liberdades civis e sistemas judiciais independentes".
De acordo com o ranking da Transparência Internacional, a Somália, com 10 pontos no ranking, é o país com maior percepção de corrupção dentre as nações analisadas. O país africano ocupa a última posição no ranking pelo décimo ano consecutivo.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Brasil é o 6º no ranking mundial de burrice, diz pesquisa

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À frente do país dos coxinhas aparecem Estados Unidos (5º lugar), Africa do Sul (4º lugar), Taiwan (3º lugar), China (2º lugar) e Índia (1º lugar).
Os três últimos nessa lista de ignorância, que via de 1 a 40 países, estão Coreia do Sul (38º lugar), Grã-Bretanha (39º lugar) e Holanda (40º lugar).
Na prática, esse índice da Ipsos MORI mostra o nível de alienação de determinada nação. Ou seja, os números são resultados do conhecimento geral, da interpretação que as pessoas fazem do país em que vivem e a comparação com dados oficiais. Daí surge o entendimento segundo qual as pessoas têm interpretação muito equivocada da realidade.
O Index Of Ignorance foi obtido a partir de 27.250 entrevistas, entre setembro e novembro, combinando pesquisas online, por telefone e pessoais.
Segundo o diretor do Ipsos Bobby Duffy, os erros de percepção se dão devido a sobrevalorização de temas que preocupam determinada sociedade. Dentre os pontos que ele acredita contribuir ao índice de ignorância está na cobertura da mídia a determinados fatos. No caso do Brasil, portanto, ganha um “dolé” quem acertar a palavra “corrupção”.
Resumo da ópera: enquanto se consome alfafa no país, a aposentadoria vai a pique; a saúde e a educação perderão investimentos pelos próximos 20 anos; e os bancos e rentistas continuarão a especular, não produzir nada, e ganhar como em nenhuma parte do planeta.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Casamento gay no Brasil cresceu 5 vezes mais que os héteros, diz IBGE

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A equiparação dos direitos do casamento homoafetivo com as relações heterossexuais no Brasil promoveu um efeito interessante, que pode causar muito incomodo em pessoas mais conservadoras.
É que o crescimento percentual de casamentos entre pessoas do mesmo sexo foi quase cinco vezes maior do que entre homens e mulheres em 2015, segundo dados das Estatísticas do Registro Civil 2015, divulgadas na quinta-feira (24) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
As uniões entre cônjuges de sexos diferentes aumentaram 2,7%, enquanto as entre cônjuges do mesmo sexo aumentaram 15,7%. Isso representa 0,5% do total de casamentos registrados no território nacional.
Para quem não se lembra, em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou a Resolução 175 que determina que todos os cartórios habilitem ou celebrem casamento civil e conversão da união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo.
Desde então, as uniões civis entre cônjuges do mesmo sexo aumentaram 51,7%. Em números absolutos, foram 1.131.707 casamentos entre pessoas de sexos opostos e 5.614 entre pessoas do mesmo sexo em 2015.

E esse fenômeno percorreu o Brasil todo. Ainda segundo as estatísticas do IBGE, em 20 estados houve aumento dos registros civis de casamentos entre 2014 e 2015. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul tiveram crescimento acima de 10%, e o Acre, de 40%. Os estados da Paraíba e Sergipe apresentaram as maiores reduções, de 7,7% e 6,3% respectivamente.

Homens machistas têm mais chances de ter problemas de saúde mental

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Que machistas tem a mente pequena isso a gente já sabe,mas a coisa pode ser pior do que imaginava!Segundo levantamento realizado por pesquisadores da Universidade de Indiana (EUA), homens machistas têm mais chances de ter problemas de saúde mental. A pesquisa, que foi publicada no periódico Journal of Counseling Psychology, também sugere a probabilidade desses homens buscarem ajuda psicológica é muito baixa.
Foram analisados cerca de 80 estudos realizados nos últimos 11 anos, com dados de mais de 19,4 mil pessoas, sobre saúde mental e comportamentos esperados do gênero masculino para identificar alguns padrões. Eles consideraram aspectos como a necessidade dos homens de sempre ganhar e correr riscos, controlar os outros emocionalmente, serem mais poderosos do que as mulheres, serem mulherengos, ter o domínio de pessoas e situações, buscar status, colocar o trabalho em primeiro lugar e só confiarem em si mesmos.
A partir da análise, os cientistas descobriram que três dos comportamentos acima estão diretamente relacionados com uma péssima saúde mental: ser mulherengo, estar sempre tentando controlar as mulheres e só confiar em si mesmo. Por serem ensinados que “homem de verdade não chora” ou mostrar suas vulnerabilidades, esses homens também têm mais dificuldade em dar o braço a torcer e buscar ajuda psicológica profissional.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Salvador é a capital brasileira da traição, diz estudo

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Você sabia que os homens traem mais do que as mulheres no Brasil? Pelo menos é o que afirma o estudo Mosaico 2.0, conduzida pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
O levantamento apontou que, entre eles, 50%, admitem já terem sido infiéis em seus relacionamentos, enquanto apenas 30% das mulheres admitem ter traído. Entre homens e mulheres, a média nacional de traição é de 40,5%.
Para chegar nesse resultado, os pesquisadores ouviram 3 mil brasileiros de sete regiões metropolitanas do país: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Belém, Porto Alegre e Distrito Federal. Os entrevistados – 49% de mulheres e 51% de homens – tinham entre 18 e 70 anos, com média de 35,5 anos.
A disparidade entre homens e mulheres já era esperada, segundo Carmita. Ela observa que, especialmente na cultura latina, o homem costuma não considerar relações eventuais de caráter exclusivamente sexual como algo que coloque em risco seu relacionamento com a pessoa com a qual tem um projeto de vida em conjunto.
“O homem diz que isso faz parte da natureza masculina, que ele não vai abrir mão da oportunidade”, diz Camita. Enquanto isso, quando as mulheres traem, geralmente estão insatisfeitas com seu relacionamento. “Geralmente há uma insatisfação sexual ou afetiva, por isso ela se permite”, afirma a psiquiatra
Entre as regiões abordadas pela pesquisa, Salvador é a capital recordista em traição. Lá, 45,8% da população, entre homens e mulheres, admite já ter traído. Já São Paulo é a capital com menor porcentagem de infiéis: 33,8%.
“O baiano tem uma forma mais livre de pensar sobre esse aspecto, mais descontraída. O clima da Bahia, a proximidade da praia e uma série de outros elementos vão levar a um contato físico menos reprimido. Tudo isso leva a uma maior valorização do sexo e também a uma maior liberdade em termos de possibilidades de atividades sexuais”, diz a especialista.
A faixa etária em que a traição foi admitida com maior frequência no país foi a de 41 a 50 anos, em que 53,8% da população afirma ter um histórico de infidelidade.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

10 características que as mulheres querem num homem, segundo pesquisa

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Em algum momento da vida, pelo menos com a maioria dos homens, apareceu a pergunta: "afinal, o que as mulheres querem?". Cientistas e estudiosos do mundo todo também já se fizeram essa pergunta e chegaram a algumas conclusões, publicadas em diversos jornais acadêmicos ao redor do mundo
Reunimos aqui onze características que as mulheres procuram no sexo oposto.
1-Boa aparência pode ser um fator importante, mas nem tanto. Estudos publicados no "Journal of Personality and Social Psychology" dizem que as mulheres geralmente escolhem homens bonitos para relações curtas e não para as de longo prazo. Que nos desculpem os bonitos.

2-Bom-humor é fundamental, segundo pesquisas do "Psychological Reports". Isso faz com que eles pareçam até mais inteligentes. Mas nada de piadas bobas, hein?

3-É bom ser fofo, viu? Homens altruístas e amáveis são os preferidos em relacionamentos longos, diz o "The Journal of Social Psychology, Social Psychological and Personality Science".

4-Sim, elas costumam gostar de homens mais velhos, por terem mais bagagem, diz o "Evolutionary Psychology"

5-Aquela história de que a barba é sinal de masculinidade, portanto, fator de atração, é lenda. Nem o "Behavioral Ecology", nem o "Evolution and Human Behavior" chegaram a uma conclusão sobre o assunto.

6-Se fazer de difícil é, sim, um chamariz para as mulheres. Portanto, deixar de atender ligações ou sumir um pouquinho deixa as mulheres mais interessadas, dizem o "Psychological Science" e o "Journal of Experimental Psychology".

7-Não somos nós que chegamos a essa conclusão, e sim o "The Journal of Social Psychology", o "Social Psychological and Personality Science" e "Evolutionary Psychology": mulheres costumam gostar de dinheiro e status. Em testes feitos com imagens de homens posando em frente a carros e apartamentos caros, elas tenderam a escolhê-los em vez dos outros que estavam com posses mais humildes. Será mesmo? A gente acha que não é bem por aí...

8-Sabe aquela piada "qual o telefone do cachorro?". Então, estudos do "Journal of The Interactions of People & Animals" dizem que homens com animais de estimação fazem mais sucesso com as mulheres.

9-Capriche no vermelho. Segundo o "Journal of Experimental Psychology" a cor costuma atrair o sexo oposto.

10-Na hora de um encontro, toda atenção é necessária. Mulheres percebem quando os homens estão concentrados nela e acham que isso faz diferença para um próximo encontro. Fique atento.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Pesquisa diz que fazer maratona de séries é sinal de depressão e solidão

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De acordo com três cientistas da Universidade do Texas, o hábito de assistir a vários episódios de uma série de uma vez só é considerado um sintoma de depressão e solidão.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram 316 jovens entre 18 e 29 anos. Além disso, o ato de assistir vários episódios em sequência também é apontado como um vício pelo estudo.
Problemas de saúde, como obesidade, também podem estar ligados ao hábito de fazer maratona de séries, proposta cada vez mais “incentivada” por serviços de streaming como a Netflix(responsável por sucessos como ‘House of Cards‘ e ‘Orange Is the New Black‘), que oferecem de uma só vez todos os episódios de uma mesma temporada.
A pesquisa completa foi apresentada na 65ª Conferência Anual de Comunicação Internacional, em San Juan, Porto Rico.


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Brasileiros são os mais ciumentos do mundo, revela pesquisa

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Pra quem sente, é uma forma de amor, de cuidado com o outro. Para quem não sente, trata-se de um sinal de fraqueza e uma demonstração de dependência. Pontos de vistas à parte, será que dá pra controlar o ciúme para que ele não se torne algo doentio e afete o seu relacionamento?
Na real, esse sentimento já está presente muito antes de sequer se pensar em encontrar a pessoa amada. Segundo descoberta da psicóloga Sybil Hart, da Universidade Texas Tec, nos Estados Unidos, bebês com até 6 meses de idade exibem expressões faciais fechadas quando veem a mãe interagindo com uma boneca, por exemplo.
Isso sugere que não é preciso ter um sistema cognitivo maduro para demonstrar formas primárias de ciúme. Outro estudo semelhante, feito com crianças de 4 anos, mostrou que as reações negativas eram mais intensas quando viam a mãe com outros pequenos da sua idade.

Brasileiros são os campeões do ciúme

De acordo com pesquisa feita pela Universidade de Sunderland, na Inglaterra, os brasileiros lideram a lista dos mais ciumentos do mundo. Esse resultado só ocorre porque, no Brasil, o ciúme é visto como uma prova de amor, apontou o estudo. Para os americanos, por exemplo, que estão em segundo lugar no ranking, esse sentimento é visto como sinal de fraqueza e dependência.
No entanto, essa demonstração de afeto, por vezes, extrapola as fronteiras do saudável, Quando se torna uma preocupação constante e geralmente infundada, associada a comportamentos inaceitáveis ou extravagantes, motivados pela ansiedade de tirar a limpo a infidelidade do parceiro, a linha tênue da possessividade é cruzada.
Para a psicóloga Andrea Lorena, do Laboratório Integrado dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI), do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), o ciúme se torna excessivo quando o medo de perder a pessoa amada vem acompanhado de emoções específicas – raiva, tristeza, ansiedade – e pensamentos irracionais.
“’Será que ele ou ela está me traindo?’ é um pensamento frequente. Quase sempre há prejuízos para quem sente, para quem é alvo e para o relacionamento”, completa a especialista.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Brasil supera Argentina e Colômbia em número de leitores, diz pesquisa

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O Brasil superou Argentina e Colômbia em número de leitores em 2015, segundo análise do Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc), da Unesco. Os dados foram divulgados na quarta-feira (18) e fazem o cruzamento da mais recente pesquisa do Ibope sobre o tema com outros levantamentos do centro. De acordo com o Cerlalc, 85% dos argentinos, 78% dos brasileiros e 77% dos colombianos são leitores.
Em 2015, brasileiros leram 4,7 livros, enquanto argentinos leram três e, colombianos, dois livros. Já para aqueles que se consideram leitores os números são outros - brasileiros leram 7,7 livros em 2015, enquanto argentinos leram seis livros e colombianos 4,2 livros.
A análise do Cerlalc tem parâmetro diferente da realizada pelo Instituto Pró-Livro (IPL). Eles consideram como leitor a pessoa que leu alguma obra nos últimos 12 meses. O IPL adota o intervalo dos últimos três meses antes da pesquisa, por isso concluiu que 56% dos brasileiros são leitores. 
Os dados foram expostos durante apresentação da 4ª Edição da pesquisa "Retratos de Leitura no Brasil", realizada pelo Ibope sob encomenda do Instituto Pró-Livro. Desde a segunda edição, o instituto adotou metodologia que considera as orientações do Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc) e da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). O objetivo foi buscar um padrão internacional de medição que permita eventuais comparações e estudos sobre a questão da leitura nos países da região.
O colombiano Bernardo Jaramillo, diretor da Cerlalc, comparou os resultados da 4ª edição da pesquisa com medições feitas na Argentina e na Colômbia no mesmo período e ressaltou as diferenças metodológicas entre os três países.
A metodologia da pesquisa brasileira considera como leitor aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos um livro nos últimos três meses. Já na colombiana, a metodologia considera como leitor aquele que leu um livro nos últimos 12 meses.
Jaramillo afirmou, em seu discurso, a importância da pesquisa feita pelo Instituto Pró Livro e observou que “o compartilhamento dos microdados faz com que cada um construa sua própria interpretação da pesquisa”.
Contudo, o colombiano ressaltou a importância de uma análise mais aprofundada dos indicadores, quando se trata de políticas públicas de fomento à leitura. “A leitura hoje necessita mais da antropologia do que números”, disse.
Segundo o diretor, a quantidade de livros lidos por habitante é um indicador importante, mas não único, já que outros dados podem trazer um caminho mais claro para as políticas públicas de leitura. 

sábado, 23 de abril de 2016

Nova pesquisa da SecondLove mostra o mapa da traição no Brasil

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Já ouviu falar no Secondlove? Pois o Secondlove, como o próprio nome em inglês sugere, é um site de relacionamento para pessoas comprometidas que procuram uma relação extra-conjugal. Foi concebido para adultos que estão numa relação e procuram outras pessoas na mesma condição para terem um romance: seja um simples jogo de sedução por computador ou um verdadeiro encontro pessoal. Em 2011, quando o site foi lançado no Brasil, 75 mil pessoas se inscreveram. Atualmente são mais de 348 mil usuários no país.

Iniciado em 2008 com sucesso na Holanda, em cinco anos o negócio expandiu-se para Bélgica, Espanha, Portugal, Argentina, México, Chile e Brasil. Pois o site acaba de realizar uma pesquisa com seus usuários para entender quem são e quais os motivos pelos quais as pessoas traem. Neste levantamento, percebeu-se que a maior parte dos adeptos à traição são homens casados há mais de sete anos, entre 30 e 49 anos, e com curso superior.

A grande maioria das pessoas interessadas em ter um caso estão em São Paulo. Representam 41% dos usuários de Second Love. Já o Rio de Janeiro, é o segundo estado com mais traições, com 15,2%. Na sequência vem Minas, com 10,3%, e Paraná, com 5,7%.
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Os motivos para trair são diversos, mas o principal é a monotonia no relacionamento, com 51,7%, seguido de perto pela falta de sexo (45,3%). Apesar desses dois serem os motivos que ganham em disparado, os pesquisados citaram também falta de atenção e espontaneidade do parceiro, monotonia no relacionamento e vingança.
A maioria dos pesquisados possuem alguma expectativa com a traição, seja que resulte em um relacionamento casual (50,2%), em um novo parceiro (18,5%) ou mesmo uma relação longa (15,6%). Ainda assim, há também os que esperam somente por uma noite de aventura (7,2%).
Entre as oportunidades preferidas para começar a trair, além da internet, estão presentes também os bares e restaurantes (26.4%), passeios (11%), trabalho (5,8%) ou férias (3,7%). Para não serem descobertos, muitos dos pesquisados possuem truques, sendo o principal deles excluir todos os rastros digitais, apagando pistas do computador, tablet ou celular (52,6%)
Há também os que fingem estar em reuniões de trabalho (26,1%) ou que vão bem longe de casa para trair (31,3%). E muitos não precisam tomar qualquer cuidado, pois seus parceiros sequer desconfiam da traição (28,9%).
A pesquisa mostra também que o grande campeão na hora da traição é o computador. Para 46,5% dos respondentes, o melhor lugar para começar uma aventura é online. Inclusive, muitas das pessoas que se cadastram em um site de traição, por ser um ambiente mais discreto para se ter um caso, nunca traíram, ou traíram poucas vezes: 53,6% dos usuários de Secondlove nunca tiveram um caso antes de entrar no site, ou traíram até, no máximo, duas vezes. Dos infiéis que responderam a pesquisa da empresa, 59,2% nunca foram pegos por seus respectivos companheiros.
Embora traição seja um assunto muito comum no Brasil, as relações abertas, segundo dados do site, não são tão corriqueiras: apenas 17,5% das pessoas possuem um relacionamento no qual há um acordo de que se pode ter um amante. No entanto, para muitas das pessoas, trair não é um segredo. Há uma parcela de 30% que conta para suas esposas ou seus maridos sobre as aventuras com outros parceiros.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Site elege as nacionalidades mais sexys do Mundo

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Todos os anos surgem milhares dessas listas,e 2016 não seria diferente,e para começar bem o ano o portal TheRichest, que no ano passado listou os 10 países com as pessoas mais bonitas,agora fez sua lista com as 10 nacionalidades mais sexys do planeta.
  A lista é formada por vários países que são conhecidos mundialmente pela beleza e sensualidade do seu povo,como o Brasil,que aparece em todas as listas ao redor do mundo,ainda estão Estados Unidos,Suécia e Austrália.
   Mas a lista tem algumas escolhas bem diferentes e inusitadas como Japão,África do sul e Índia.

Para descrever o Brasil,o portal lista brasileiros como Adriana Lima,Gisele Bündchen,Marlon Teixeira e Alexandre Cunha.

  Confira o vídeo com a lista:




quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Dormir nessa posição vai te fazer ter sonhos com sexo, paixão ou perseguição

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Lá vem você com esse papo de que teve pesadelos bizarros durante o sono porque exagerou no jantar ou porque assistiu aquele filme de terror do demônio.  Mas você sabia que a causa real pode ser, surpreendente, a posição em que você dormiu? De costas, de bruços, sobre o lado esquerdo ou direito: segundo a ciência, uma delas faz você ter sonhos com sexo, paixão ou perseguição.
Um estudo publicado na revista científica Dreaming avaliou como a posição corporal afeta as características do sonho. Para isso, os pesquisadores aplicaram escalas de intensidade e tipo dos sonhos e questionários sobre posição de dormir a mais de 600 pessoas.
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Os resultados mostraram que dormir de barriga para baixo estimula três tipos de sonho: sonhos eróticos; sonhos em que você acredita que alguém que você nunca conheceu, geralmente superior de alguma maneira, está apaixonado por você; sonhos de perseguição.
A ciência já mostrou em outras ocasiões que a posição do corpo durante o sono pode afetar os sonhos. Um estudo publicado na revista Sleep and Hypnosis avaliou a relação entre posição ao dormir e características dos sonhos em 63 pessoas (45 homens e 18 mulheres).
Além de serem questionados sobre características dos seus sonhos, frequência de pesadelos e emoções durante os sonhos, eles responderam a um questionário sobre qualidade do sono. Os pesquisadores descobriram que dormir sobre o lado esquerdo do corpo praticamente triplica suas chances de ter um pesadelo em comparação com dormir sobre o lado direito.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Ter mais de um orgasmo por dia reduz o risco de desenvolver câncer de próstata

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Tá sozinho em casa? Tá atoa? Aproveita, vá se amar! Uma nova pesquisa revelou que homens que têm mais de um orgasmo por dia podem se beneficiar, já que o feito ajuda a combater o risco de desenvolver câncer de próstata.

Segundo dados de uma pesquisa publicada pelo Mirror, homens que ejaculam por volta de 21 vezes no mês tem as chances reduzidas de contrair câncer de próstata em até 25%. Vale ressaltar que o orgasmo diário não precisa necessariamente ser atingido no ato sexual, fazendo assim valer naquele famosos 5 contra 1.
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Mas de acordo com Jennifer Rider, do Brighman and Women’s Hospital alerta que estainformação deve ser tomada com cuidado, uma vez que não se tem resultados reais. Resumindo, quem se animou que ia poder sair se masturbando por qualquer motivo, quebrou a cara.
Câncer de próstata é mais comum nos homens seguido do câncer de pele. De 1 a cada 7 homens serão diagnosticados com câncer de próstata durante suas vidas e cerca de 1 em 38 morrerão da doença

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Pesquisa revela o tamanho do pênis preferido das mulheres

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Esse é um assunto inesgotável e com o qual nunca se chega a conclusão nenhuma. Aí mais um grupo de pesquisadores foi lá tentar descobrir das mulheres se tamanho de pênis é documento mesmo ou não. E vejam só, parece que é, não muito.
O estudo fez um recorte muito pequeno, na verdade, mas já dá uma margem para outras futuras pesquisas mais específicas. Eles pegaram 75 mulheres da Califórnia, nos Estados Unidos, pra saber quais eram as preferências delas quanto ao tamanho de pênis. Elas tinham entre 18 e 65 anos, eram de diferentes raças, todas heterossexuais e afirmaram já terem se relacionado com pelo menos 7 pênis na vida.
Os pesquisadores deram a elas 33 cilindros azuis de plástico que lembram pênis em seus tamanhos reais, variando entre 10 e 21,5 cm de comprimento e 2,7 e 7 polegadas de circunferência. O estudo não deixou que os cilindros eles fossem mais “realistas” porque outros fatores como testículos, pêlos e veias poderiam influenciar na escolha delas.
Então, as mulheres tiveram que escolher dois modelos: um para uma noite sem compromisso e outro para um relacionamento sério.
E aí é que vem a surpresa. Apesar de serem similares os tamanhos escolhidos para os dois tipos de relação, as mulheres preferiram pênis um pouco maiores para sexo sem compromisso e um pouco menores para relacionamentos mais longos. Em números, 16,5 cm e 5 polegadas para o casual; 16 cm e 4,8 polegadas para os namorados.
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Antes disso, um outro estudo também norte americano, feito com mais de 1.600 homens que mediram seu próprio pênis, o tamanho médio registrado é pouca coisa menor do que o comprimento preferido pelas mulheres (14 centímetros), mas a circunferência bateu certinho em 4,8 polegadas.
Mas vale lembrar que esse tipo de pesquisa é bem (bem mesmo) relativo porque:
– a medição do tamanho de pênis varia demais por muitos fatores;
– as mulheres talvez escolhessem diferente se fossem pênis reais;
– como disse, o recorte é muito pequeno e talvez essas medidas nem valham para as brasileiras;
– a pesquisa foi só sobre o tamanho, ninguém perguntou com qual deles elas sentiam mais prazer, ou coisa assim.
Limitações à parte, a pesquisa serve para mostrar que talvez os homens estejam inseguros demais em relação ao tamanho do pênis e preocupados em “não serem grandes o bastante”, quando, na verdade, nem as mulheres estão tão preocupadas com isso.
Fonte: Playboy

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Adolescentes estão fumando mais maconha do que cigarro, revela pesquisa

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De acordo com um levantamento feito com adolescentes nos Estados Unidos e divulgada pela National Institute on Drug Abuse (NIDA), estudantes do ensino médio estão fumando mais maconha do que cigarro.
Devido ao rápido declínio no consumo de tabaco entre estudantes mais velhos nos últimos cinco anos, o uso da erva ultrapassou o do cigarro. Poucos estudantes têm visto o uso regular da maconha como um risco
Houve uma queda de 55% no número de fumantes diários de cigarros desde 2010. A diretora da NIDA, Nora Volkow, atribuiu a redução do tabagismo a “campanhas de prevenção voltadas aos adolescentes, especificamente. Há outra fatos, os jovens que no passado usavam o cigarro usam outras coisas agora”.
Desde 2014, o uso de substitutos do tabaco é estável, mas ainda muito elevado, com 20% dos veteranos do ensino médio usando cachimbos de água e 16% cigarros eletrônicos. Nora também afirmou que enquanto ter ficado animada com a queda no interesse por cigarro e bebida, mas preocupada com o crescente interesse por maconha. O motivo, segundo ela, é que estudos revelam que ocorre mudanças na estrutura do cérebro de jovens que fumam a erva.
A mudança de comportamento desta geração não quer dizer, porém, que não existam excessos. “Nós não podemos ser complacentes. As taxas de uso de drogas – legais e ilegais – ainda são muito elevadas”, conclui Nora.

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